Escassez de liderança no Mittelstand alemão: a sucessão é o verdadeiro gargalo
Publicado em 15 de janeiro de 2026 · 5 min de leitura
O Mittelstand adora falar sobre trabalhadores qualificados. Os números concretos mostram que a sucessão de liderança – desde o líder da equipe até ao diretor-geral – está a tornar-se o verdadeiro estrangulamento e decide o crescimento, as transferências e a capacidade de investimento.
O que o painel KfW mostra
O painel KfW Mittelstand mostrou durante anos uma parcela crescente de empresas de médio porte incapazes de encontrar um sucessor ou adiando projetos de sucessão. Os inquéritos do barómetro DIHK confirmam: a escassez de competências e de liderança trava conjuntamente o investimento e a digitalização.
O relatório Stifterverband/McKinsey Future Skills acrescenta que as novas habilidades de liderança (equipes digitais, interculturais e híbridas) estão insuficientemente representadas no atual conjunto de talentos.
O que as empresas podem fazer agora
Primeiro: mapeamento de sucessão. Você sabe entre os dois principais níveis de gestão quem sairá ou fará uma pausa nos próximos três anos? Segundo: combinar candidatos internos com influxos externos – a sucessão interna pura reproduz os padrões existentes. Terceiro: utilizar a liderança interina estrategicamente, não como medida de emergência.
A sucessão de liderança não é um tópico secundário do RH – é um assunto do CEO.
O que isso significa para sua empresa
Trate a sucessão de liderança como um projeto estratégico com calendário, proprietário e orçamento – não como uma tarefa de RH executada paralelamente.
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Fontes
- 01KfW-Mittelstandspanel (jährliche Ausgabe)kfw.de
- 02Deutscher Industrie- und Handelskammertag (DIHK) — Unternehmensbarometer Fachkräftedihk.de
- 03Stifterverband / McKinsey — Future Skills Report (laufend)stifterverband.org
Todas as afirmações têm fontes públicas (ver data do artigo). Não é aconselhamento jurídico ou fiscal.
